Marcos Kappaunn é fotógrafo, nascido em Rio Branco, no Acre, e atualmente mora em São Paulo.
Especializado em moda e beleza,
foi fotógrafo oficial da Haute
Coiffure Française no Brasil por dois anos, quando seu trabalho foi reconhecido internacionalmente.
Atualmente trabalha clicando campanhas de moda, editoriais e as maiores semanas de moda do país, como: SPFW, FR, Prêt-à-porter, Casa de Criadores e Amni Hot Spot.
Por suas lentes já passaram modelos como a russa Victoria Svalova e as brasileiras Bruna Tenório, Bethy Lagardère e Camila Trindade, vencedora da 3ª edição do Brazil's Next Top Model.
Para conhecer um pouco mais sobre nosso artista da fotografia, confira a entrevista!
FY Entrevista Marcos Kappaunn
FY - Quem é Marcos Kappaunn?
MK - Sou Fotógrafo de Moda e Beleza com formação em Artes Cênicas,
nasci em Rio Branco - Acre, em 23/06/1978. Resido em São Paulo desde 1997.
FY - Como e quando surgiu o interesse por fotografia?
MK - Acredito que desde a infância. Minha primeira câmera, uma Olimpus Pen, era fantastica! Ela duplicava a quantidade de fotos de cada filme. Dai, já viu.....
Talvez uma sugestão de familia, presenteada por minha mãe querida, tinha 13 anos.
Mas somente anos depois, quando atuava nas Artes Cênicas, é que iniciei meus primeiros trabalhos com Books para modelos e Atores, até migrar de vez para a Moda.
FY - Quais as experiências mais contribuíram para sua carreira?
MK - Com os Books, por que apartir dai, pude aprimorar a percepção, o olhar e a direção para cada fotografado.
FY - Quem são seus mestres da fotografia?
MK - São as pessoas com as quais pude compartilhar o tempo...
todos que compartilham, direta ou indiretamente esta trajetória.
FY - Qual o maior desafio de ser um bom fotógrafo?
MK - É buscar cada vez mais, elevados processos de criação e conseguir aliar isto a sustentabilidade da carreira.
FY - Qual o maior dificuldade em trabalhar com marcas de diferentes conceitos, linguagens?
MK - Acredito que cada um tem uma identidade, a dificuldade está em reconhecer a identidade
do cliente, para personalizá-la da melhor maneira possivel.
FY - Qual é o seu ideal de fotografia de moda e beleza?
MK - Uma imagem única, com referência de signos e linguagens.
FY - Onde você se inspira? Quais são suas principais referências?
MK - Minha inspiração está na vida, no dia-a-dia, na realidade absorvida. Desde algo que possa me entristecer a um momento lindo, feliz.
FY - Quais são os melhores lugares e momentos para se conseguir uma bela fotografia em termos de contrastes e cores?
MK - Acredito que o melhor lugar e momento é o momento da foto, é a partir daí que surge a construção deste universo de luz e de cores.
FY - Qual melhor conselho para um fotógrafo iniciante?
MK - Siga em frente... Seja feliz, fazendo o que gosta... sempre!
FY - Quem ainda não passou por suas lentes mas você adoraria clicar?
MK - rsrs... boa pergunta! não sei dizer...
FY - Qual peça ou acessório não pode faltar no seu armário?
MK - Chinelos e óculos.
FY - Fotografia é…
MK - Para mim é Arte Contemporânea, contraste entre a luz e as sombras, espaço entre o óbvio e os anos luz que nos acerca e fantasia para nos fazer acreditar... sempre!
Conheça mais do trabalho de Marcos Kappaunn no site (link abaixo).
Site: http://www.marcoskappaunn.com
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Estilo Drew Barrymore
Drew Barrymore esteve linda na festa da revista Nylon no West Hollywood's London Hotel. A atriz usou um vestido hiper moderno de estampa holográfica (veja na foto acima).
Estampas são sempre uma tentação, mas precisam ser combinadas com cuidado, pois é com elas ou com a mistura delas, que podemos cometer um dos maiores suicídios fashion. Esse tipo de mix é necessário um pouquinho de conhecimento, e o principal é não esquecer que o corpo é sempre o "poder legislativo" de qualquer produção. É ele quem "elabora as leis" que podem mudar conforme a necessidade (gordura localizada, peitinhos grandes ou pequenos demais, barriguinha de chopp, ...). Nosso conhecimento é o poder executivo e o colocamos em prática realizando o que o legislativo elabora, ou seja, nos vestindo conforme as leis do nosso corpo. A moda é o poder judiciário, julga de acordo com estas leis.
No caso, Drew fez a escolha certa porque usou um vestido completamente estampado com pumps em tom nude e acessórios super discretos. As peças neutras deram equilibrio, aliviando a quantidade de informações que o vestido passa. O sapato em tom liso foi uma escolha adequada, alongou o corpo e manteve a elegância e a harmonia do look. Os cabelos soltos estilos anos 60, deram um toque retro!
Good choices!
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
FY Entrevista: Pedro Gutierres
Entrevistei o artista gaúcho Pedro Gutierres, que, de forma muito simpática, se define como "Desenhador, pintor e musicador.
Um exemplo de profissional moderno e conceitual, já participou de diversas exposições e uma delas muito conhecida é “O AMOR RESPOSTA”.
Sua arte está estampada por todo lado, em camisetas, casacos, cadernos, adesivos, pista de skate, em revistas, na expo virtual "Follow the Queen" nos iPhones, quadros e até no "Curtas gaúchos" da RBS em que ele apresentou um filme inusitado, totalmete ilustrado a mão livre com mais de 3.000 desenhos.
No momento Pedro está trabalhando nas obras para sua nova expo individual que acontecerá em Hamburgo na Alemanha.
Gostou? Então confira a entrevista e conheça mais sobre Pedro e como ele faz arte.
FY Entrevista Pedro Gutierres
Conheça mais a arte de Pedro no link abaixo:
Flickr: http://www.flickr.com/photos/pedrogutierres
Um exemplo de profissional moderno e conceitual, já participou de diversas exposições e uma delas muito conhecida é “O AMOR RESPOSTA”.
Sua arte está estampada por todo lado, em camisetas, casacos, cadernos, adesivos, pista de skate, em revistas, na expo virtual "Follow the Queen" nos iPhones, quadros e até no "Curtas gaúchos" da RBS em que ele apresentou um filme inusitado, totalmete ilustrado a mão livre com mais de 3.000 desenhos.
No momento Pedro está trabalhando nas obras para sua nova expo individual que acontecerá em Hamburgo na Alemanha.
Gostou? Então confira a entrevista e conheça mais sobre Pedro e como ele faz arte.
FY Entrevista Pedro Gutierres
FY - Quem é Pedro Gutierres? Como você se define?
PG - Pergunta difícil essa. Não sei, acho que sou uma pessoa curiosa, atenta, com os olhos sempre abertos para as pequenas coisas do mundo. Minha área de interesse abrange as coisas mais inusitadas e malucas que pode imaginar e que não tem aparentemente nenhuma relação com arte ou design. No entanto, tenho formação em design e transito entre as áreas de ilustração/design/arte/moda/música/poesia/fanzine/terrorismo poético, etc. Mas se for para me definir em uma palavra, acho que seria “motivação”. Estou sempre produzindo e acredito muito em mim mesmo.FY - Quando e como surgiu o interesse por design?
PG – Aquela velha história de que eu sempre desenhei no colégio, e nunca mais parei. Na verdade eu dou a maior atenção pra essa parte da minha vida. Quando eu era criança eu desenhava o dia inteiro sem parar. Minha meta era desenhar tão bem quanto o meu pai, e tocar violão e cantar como meu pai também. Acho que eu tenho essa mania de estabelecer metas e ir buscando, aos poucos. Depois que aprendi a desenhar bem na adolescência, era hora de fazer disso meu oficio, e na época, design me pareceu interessante. Hoje em dia não sei se faria design, mas não perco meu tempo pensando nisso. Acho que o curso de design me fez observar as coisas de um modo diferente (não melhor nem pior) do que o curso de artes visuais, por exemplo. São escolhas, eu fiz essa na época.FY - Fale sobre sua arte. O que você gosta de expressar nos seus desenhos?
PG – Minha arte na essência é desenho e pintura. Por sempre ter desenhado, isso acabou se tornando naturalmente uma característica marcante do meu trabalho. A linha preta, a marca de caneta aparente, tudo isso faz parte do meu universo. Gosto da transparência do desenho. Quando pegamos uma caneta e riscamos o papel não tem como voltar atrás. Não tem borracha nem “Ctrl+Z”, é aquilo, cru, simples, preto, puro e verdadeiro. Aí depois disso conheci a pintura, a sobreposição, as manchas, e inevitavelmente isso foi somado ao meu trabalho. Sinceramente eu não me preocupo muito com o que vou expressar. Acho que quando desenho eu simplesmente desenho, sem um fim, uma finalidade, uma obrigação com o que vou representar ou não. Lógico que acabo expressando uma série de pensamentos momentâneos ou que estão ligados a minha pessoa, mas isso é algo subjetivo, está nas entrelinhas. Quando monto uma exposição eu fico muito tempo pensando em um conceito norteador, mas isso se refere a linhas conceituais que servem somente para que eu não me perca no processo. De um modo geral não me preocupo com a expressão em si.FY - Quais técnicas mais utilizas?
PG – Desenho e pintura basicamente. Chamo a união deles de desenhura, mas cada um chama de um jeito. Hoje em dia existem muitos materiais novos que podemos usar para brincar com os limites entre cada técnica que antes não existiam. Por exemplo, as canetinhas coloridas antigamente só podiam sem trabalhadas na justaposição de cores, mas hoje as canetas permitem trabalharmos com a sobreposição e com a linha ao mesmo tempo, e isso dá dinamismo ao trabalho e abre um leque de possibilidades. Gosto muito também do desenho cego, que é aquele em que não olhamos pro papel, somente para o modelo. É ótimo para captar a essência dos objetos e das pessoas sem se preocupar muito com o resultado estético.FY - O que te inspira?
PG – De tudo um pouco na verdade, mas as pequenas coisas do mundo tem um papel fundamental na minha inspiração. Poderia passar o dia escrevendo o que são essas pequenas coisas, mas por exemplo, a arquitetura dos postes, quantos metros tem uma calçada, um passarinho voando, pixação, pirataria, amor, tattoos, corpo humano, física, instrumentos musicais, cores e dinossauros, são algumas delas.FY - Na sua opinião, quais livros não podem faltar na biblioteca de um designer?
PG – Sou da era digital total. Durante a faculdade de design eu não comprei nenhum livro – usava todos da biblioteca. Hoje em dia é tudo pela internet mesmo, seja em sites especializados ou em blogs de áreas específicas. Eu acho muito clichê o designer que ama livros de design (risos). Claro que eu considero muitos livros ótimos, mas sou totalmente contra o valor cobrado pela cultura no nosso país. Prefiro pagar pela internet. Outro dia construí um instrumento estranho que se parece com uma guitarra somente vendo vídeos do youtube. Sei lá, o futuro está aí, não dá pra negar. A informação do mundo pertence à grande nuvem. Mas posso citar uma obra do autor Walter Benjamin que mudou minha vida: “A Obra de Arte na Era de Sua Reprodutibilidade Técnica”.FY - Como você chegou em traços tão marcantes?
PG – Desenhando muito, todos os dias, desde muito pequeno. Acredito que todas crianças sabem desenhar igual, mas umas continuam e outras param. Não gosto quando falam “eu nunca vou conseguir desenhar tão bem assim”. Acredito que você pode qualquer coisa se for dedicado, e duvidar da própria capacidade é a principal barreira para não irmos adiante. Eu só tenho traços marcantes porque o desenho já faz parte de mim, já é algo totalmente natural, e isso só acontece quando você treina e estuda muito.FY - O que não pode faltar em um desenho seu?
PG - Não pode faltar eu mesmo. Eu sou o fator humano, sem eu, não tem desenho. Cada desenho é um desenho, e mesmo que alguns elementos se repitam, eles são únicos. O que os une sou eu mesmo e meus pensamentos conectados entre eles.FY - Quais profissionais consideras os seus mestres? Quais são suas influências?
PG – A primeira pessoa que falou que meu desenho estava horrível foi minha professora Amélia Brandelli, no primeiro semestre. Depois disso ela virou minha “mestre informal”, e eu tentei acompanhar ela durante toda a faculdade. Mas gosto muito de Basquiat, Egon Schiele, Iberê Camargo, Fábio Zimbres, Cy Twombly, Grupo Crimethinc, Hakim Bey, o poeta Igor Symanski, Street Art, Arte Oriental, tipografia, etc.
FY - Como é o local onde você cria?
PG – Meu atelier era o lugar mais sujo que eu já conheci na vida. Pequeno, sem luz, com as paredes, chão e teto completamente pintados. Era escuro e tinha cheiro ruim, mas eu adorava. Hoje em dia eu reformei, ampliei, coloquei iluminação adequada, etc., mas admito que as vezes sinto saudades do meu antigo atelier. Uso ele para criar coisas grandes, como estou fazendo agora as obras para minha exposição individual em Hamburgo, Alemanha. Lá no meu atelier eu consigo me organizar com todo esse material. No entanto, a maior parte da minha produção diária está nos meus caderninhos de desenho, pois necessito ir pra rua desenhar as pessoas, as coisas que vou vendo no caminho, etc. Desenho muito em momentos que preciso pensar em algo, solucionar algum problema, e isso muitas vezes acontece longe do meu atelier. Então o local que eu crio pode ser qualquer lugar.FY - Arte é…
PG – Arte é intenção. Hoje em dia tem muita coisa sendo chamada de arte, pois virou status. Eu acho uma banalização enorme da palavra, mas por outro lado a democratização dela. Isso implica em muitas vezes termos que nos perguntar “mas afinal, isso é arte ou não é?”. Eu sinceramente não perco mais meu tempo pensando o que é ou o que não é, pois isso é só um nome. Portanto, no resumo do resumo, arte pra mim é intenção artística. Tem gente ilustrando a capa de uma revista, sendo pago como ilustrador, e a galera chamando o cara de artista. Não teve intenção artística nenhuma ali, teve intenção comercial, funcional, ilustrativa, não intenção artística, são coisas diferentes. Acho que se for pra discutir, vamos discutir a intenção, o que está por trás ou o que veio antes da obra, e não o resultado final (e ou não é arte?). Eu vivo esses dois mundos (design e arte) e sei bem a diferença de intenção entre uma coisa e outra. Mesmo que o resultado visual seja praticamente o mesmo, a intenção é outra e isso que importa.Conheça mais a arte de Pedro no link abaixo:
Flickr: http://www.flickr.com/photos/pedrogutierres
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quarta-feira, 21 de julho de 2010
FY Entrevista: Sandra Harabagi
Sandra Harabagi é Coordenadora da Área de Estilo dos Cursos de Moda da FAAP, professora de "Laboratório Criativo" no Instituto Europeu de Design e uma das profissionais mais importantes da moda brasileira.
Criou a disciplina "Laboratório de criação", implantada nos cursos superiores de todo o Brasil, e contribuiu na formação dos maiores criadores de moda do país, o maior exemplo é Alexandre Herchcovitch, sucesso internacional.
Para conhecer um pouco mais sobre Sandra, responsável por dar um novo rumo à nossa identidade na moda, confira a entrevista concedida ao FY.
FY Entrevista
FY - Quando surgiu o interesse na área da moda?
SH – Comecei a minha pesquisa quando fui convidada a participar da formação do primeiro Curso Superior de Moda no Brasil na Faculdade Santa Marcelina. Ali ministrava aulas de ‘Desenho de Observação’ no curso de ‘Bacharelado em Desenho’ que se tornou ‘Bacharelado em Desenho de Moda’. Como tive que pesquisar a área de Moda para adequar os exercícios, que ensinava o aluno a desenhar e observar havia a necessidade naquele momento de estudar e observar, então meu interesse e analise da nossa situação no mercado da Moda Brasileira e Internacional, se tornou a cada momento mais interessante. Naquela época, anos 1987, o Brasil era conhecido como o grande ‘copiador de Moda’ e só eram destacados na mídia nomes como os de Dener e Clodovil. Como minha formação é na área de Artes Plásticas e também ministrava aulas nos cursos de Desenho Industrial e Educação Artística, resolvi fazer uma linda mistura de tudo e em 1991 criei com os alunos um trabalho às escondidas e fiz um ‘desfile performance’ para sugerir a criação da disciplina ‘Laboratório de Criação’, foi aprovada pela coordenadora e criadora do curso, Vera Lígia Gilbert e reconhecida pelo MEC em 1991 para os Cursos de Moda no Brasil.
FY - Quais profissionais brasileiros consideras os maiores criadores de moda?
SH - Ronaldo Fraga, Lino Villaventura, Alexandre Herchcovitch, Gloria Coelho.
FY - Quais os erros mais comuns que as pessoas cometem ao tentar encontrar sua própria identidade?
SH - Pensar que 'estar na Moda' é vestir o que é tendência... , ou querer ficar como a atriz principal da novela da TV Globo... , não olhar para o espelho com olhos de crítica construtiva.
FY - Por onde devemos começar a busca para encontrar uma identidade na moda?
SH - O estar confortável é fundamental, estar livre e segura de si. Seguir a intuição e não seguir a risca o que está na Moda, principalmente prestando muita atenção à:- tipos de tecidos (cuidado com as malhas), volumes das roupas, comprimentos de vestidos, calças e saias, cores.
FY - Um estilista deve ter sua marca ligada à sua personalidade?
SH - Primeiramente vou dar uma explicação, isto é claro em relação ao que penso e acredito, para mim existe ‘o Criador de Moda’ e ‘o Estilista’. O Criador é aquele que tem assinatura, não depende se for primavera/ verão ou outono/inverno, os temas usados no ‘conceito de criação’ das suas coleções e alguns detalhes o identificam, como um artista. O Estilista é aquele que cria em função do famoso ‘DNA’ de uma marca com um público consumidor definido; nem sempre é possível colocar sua assinatura, principalmente se há um diretor de criação e este faz parte de uma equipe de estilistas. Até hoje só vi acontecer e dar certo com a Louis Vuitton por Marc Jacobs, ele conseguiu mudar uma marca hiper conceituada e deixar a sua assinatura. O criador sempre encontrará um público consumidor que se identifique com a sua assinatura.
FY - Na prática, quais foram os resultados da disciplina "Laboratório de Criação"?
SH – Nestes 19 anos, a minha experiência com esta disciplina tem sido incrível, ela se espalhou por todos os cursos de Moda no Brasil e não há metodologia aplicada igual a minha, é natural, pois as pessoas são diferentes; não basta ter um programa e uma bibliografia para se copiar, é preciso ser ‘criador’ a cada dia, a cada aula. Nunca uma aula se repetiu, eu crio os exercícios de acordo com a realidade que me é oferecida. Posso dizer que o resultado foi positivo quando me comunico com profissionais que ajudei a formar, que não se esquecem das minhas aulas e que estão atuando no Mercado da Moda Nacional e Internacional, posso citar alguns deles:- Alexandre Herchcovitch, Adriana Barra, Aline Prado Costa, Catarina Gushiken, Dudu Bertholini, Érika Ikezile, Fábia Bercsek, Fernanda Yamamoto, Icarius de Menesez, Lorenzo Merlino, Maria Prata, Mariana Rocha, Priscila Darolt, Giselle Nasser, Rita Comparato, Thais Losso, Thaysa Jafet, Wilson Ranieri e mais e mais alunos que atuam em várias áreas e que estão anônimos por estarem em grandes marcas, seria impossível citar todos. Com o ‘Facebook’ o retorno é muito positivo, agora tenho contato com alguns alunos que não falava há anos e que estão me encontrando e trazendo notícias, é muito gratificante.
FY - Qual sua metodologia?
SH – Eu trabalho resgatando e ampliando o repertório individual, desenvolvo processos de criação para resgatar a identidade e encontrar uma assinatura.
FY - Hoje, o Brasil já perdeu este estigma de ser um dos maiores "copiadores de moda"?
SH – Acho que ainda não totalmente, tem muita gente de nome no mercado brasileiro que ainda diz que ‘colhe referências’ para não dizer que copia.
FY - Na sua opinião, quais estilos marcaram este século?
SH – Este século que se inicia ainda trás muitas referências do anterior, ainda não é possível citar um estilo, agora quase que completamos a primeira década. O que se pode dizer é que nestes últimos dez anos ou um pouquinho mais há uma liberdade no ar em relação ao se vestir, a Moda está mais democrática, tudo é possível. O surgimento das várias ‘tribos’, do ‘retrô’, das sobreposições com o ‘’Boho Chic’, o ‘Hippie Chic’ e tantos outros. Hoje sempre encontramos no ‘ar’ uma possibilidade nova e uma forma pessoal do vestir.
FY - O que um bom criador de moda deve ser e saber?
SH – Esta pergunta é muito difícil de responder, um criador em Moda em minha opinião precisa ser ‘atento e forte’, saber de tudo que está acontecendo a sua volta. O se inteirar dos fatos da sua realidade em relação a problemas sociais, políticos e econômicos; precisa se informar de todos os processos de criação que influenciam nos processos de criação em Moda, nas novas tecnologias, no segmento de Moda em que trabalha; no público consumidor, nos concorrentes, etc... etc... etc... . É fácil? - é óbvio que não - é preciso estar plugado no 220 volts e se possível aproveitar o dia nas suas 24 horas, dizendo sempre que seria melhor se o dia tivesse no mínimo 28 horas.
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quinta-feira, 15 de julho de 2010
Um luxo de Le Sac Brodé
Sandra Fukelmann é a estilista super talentosa que assina os acessórios de luxo da marca Le Sac Brodé,
de Hylda Lucena.
O sucesso da grife está na produção artesanal e nos bordados super criativos. Os shapes das bolsas e os materiais variam conforme a coleção, mas todos formatos têm seu charme.
A última linha de bolsas foi inspirada na história "Alice no país das maravilhas" de Lewis Carroll, e trouxe três modelos tipo "vaso" com estampas divertidas e lúdicas que lembram o mundo de Alice. Uma delas é esta na foto acima. Linda, não é?
Confira modelos de outras coleções logo abaixo.
Le Sac Brodé
Para conhecer mais, clique aqui.
Loja: Le Sac Brodé
Rua Augusta, 2.633, São Paulo/SP
de Hylda Lucena.
O sucesso da grife está na produção artesanal e nos bordados super criativos. Os shapes das bolsas e os materiais variam conforme a coleção, mas todos formatos têm seu charme.
A última linha de bolsas foi inspirada na história "Alice no país das maravilhas" de Lewis Carroll, e trouxe três modelos tipo "vaso" com estampas divertidas e lúdicas que lembram o mundo de Alice. Uma delas é esta na foto acima. Linda, não é?
Confira modelos de outras coleções logo abaixo.
Le Sac Brodé
Para conhecer mais, clique aqui.
Loja: Le Sac Brodé
Rua Augusta, 2.633, São Paulo/SP
terça-feira, 13 de julho de 2010
Brad Pitt arrasa nas escolhas fashion
Entre os grandes estilosos de Hollywood, Brad Pitt certamente é o que mais se destaca. Nosso querido astro sempre arrasa nas produções. Até mesmo os gorrinhos que ele usa em algumas ocasiões dão um certo charme e um ar descolado aos looks, nos fazendo esquecer que Brad já tem 46 anos. Muitas vezes suas escolhas parecem estranhas, mas só até nos acostumarmos com aquela imagem nova, o cavanhaque imenso nas fotos abaixo é um bom exemplo.
Além do gorro, outros acessórios muito usados pelo ator são óculos, relógio, cachecol, correntinha, anel e boina.
Entre peças do vestuários os nossos preferidos são os blazers com jeans, sobretudo, jaqueta de couro combianda com jeans, camisa com regata, camisa, cinto e jeans e paletó com gravata.
O maior segredo de uma produção é usar o look certo na hora certa. Assim não tem erro!
Imagem: People
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sexta-feira, 9 de julho de 2010
Tendências Dolce & Gabbana
MILAN prêt-à-porter automne-hiver 2010/2011
As meias além de aquecer irão ajudar a harmonizar o look nesta estação. Estas tendências para o frio da Dolce & Gabbana são uma graça! Aposte em sapatos scarpin com meias de lã e sapatos com renda! Lovely!
*Dica:
*Mulheres de tornozelos grossos: sapatos mais pesados e abertos. *Mulheres de pernas finas: saias mais longas e retas ou saias evasé.
*Mulheres de pernas curtas: saias curtas ou longas enviesadas.
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